João Abukater Neto discute Habitação no 54º CEM – 24/03/2010

Empregos gerados pela habitação contribuíram para país sair mais rápido da crise

Na tarde de quarta-feira, o diretor técnico da CDHU, João Abukater Neto, marcou presença no 54º Congresso Estadual de Municípios, representando o Secretário de Estado da Habitação Lair Alberto Soares Krähenbühl.

O coordenador da mesa, Newton Lima Neto, ex-prefeito de São Carlos, iniciou o painel Habitação, salientando quanto o programa “Minha Casa, Minha Vida”, do Governo Federal, está movimentando o país, gerando muitos empregos.

Segundo o diretor Abukater, a habitação é fundamental para manutenção da estrutura familiar e sobrevivência do homem.

A recuperação das favelas é uns dos alvos, no qual é feita uma recuperação ambiental. Além de ser mais barato recuperar uma favela, os centros metropolitanos não têm mais espaço para novas habitações. Entre os programas que estão em desenvolvimento, destaca-se a recuperação da Serra do Mar – programa que se estende do Paraná ao Rio de Janeiro, com o intuito de preservar a Mata Atlântica e a água.

O estado conta com 31 unidades em canteiro de obras, todas em parceria com os municípios. Os investimentos nos interior do estado chegam a 45%, o restante está distribuído nas metrópoles.

Abukater afirma que todas as obras possuem alvará da Prefeitura e algumas obras estão paradas por não os possuir. “A CDHU faz casas com a cara da cidade e não com cara de conjunto habitacional, no qual as casas foram modificadas, como o aumento da área construída, sistema de energia solar”.

No final de 2008, o Governo Federal buscava alternativas para a crise de crédito dos bancos, e a habitação foi um dos investimentos, como a criação no início de 2009 do programa “Minha Casa, Minha Vida”, projeto que empregou e continua empregando pessoas pelo país e no estado de São Paulo. A Caixa Econômica Federal é quem financia o programa.

O Governo Federal está fazendo uma avaliação do programa, no qual estão analisando se está atendendo as expectativas, projeto que ainda não completou um ano de existência. Desta forma, poderá sofrer algumas alterações.

Por: Tayla Cortez/ Acadêmica Extensionista/UNIFAE

Supervisão: Daniela Bertoldo/Assessoria de Imprensa APM