Painel “Meio Ambiente” abre as atividades do Congresso Estadual de Municípios

Neste primeiro dia de palestras do 56º Congresso Estadual de Municípios, os congressistas abordaram – no painel Meio Ambiente – assuntos sobre a eficiência e a importância da implantação de unidades de conservação ambiental em todas as cidades do Brasil.

O primeiro a falar foi o consultor Dirley Schmidlin, que explanou quais os pontos críticos e os benefícios acarretados pela criação dessas unidades. “Além de promover a conservação ambiental sem ônus para as Prefeituras, as unidades fazem com que a cidades se desenvolvam, atraindo investidores e até mesmo estruturas mercantis, como o turismo”, avaliou.

A eficiência e os conteúdos da Lei Complementar nº 140 também foram debatidas pelos componentes da mesa. Segundo o gerente de projetos do SISNAMA, Eduardo Mattedi, a partir de agora o Ministério Público passa a cobrar das Prefeituras que organizem gestões ambientais. “Nesta altura dos acontecimentos não devemos apenas levantar as bandeiras ambientais, mas sim promover a gestão. E são os municípios que devem adequar essa ferramenta para otimizar suas funções e, desta forma, não dificultar o desenvolvimento local. A gestão deve ser o reconhecimento e fortalecimento das cidades e isto é possível por meio de uma boa regulamentação”, disse.

Em pauta, o coordenador da mesa e deputado estadual Welson Gasparini comentou sobre a atual situação política no Brasil. “Nós, representantes políticos, podemos fazer a grande revolução municipalista”, enfatizou.

O coordenador do Programa Município Verde Azul, Mauro Haddad Nieri, afirmou que é fundamental a criação de fundos sociais para implantação de projetos ambientais. “A parceria é caminhar juntos, cada um fazendo o seu papel”, finalizou.

Por: Carlos Eduardo Sgnoretti