O auditório da Fecomercio ficou lotado na última quinta-feira, dia 11, devido à reunião sobre a PEC nº 231/95, que trata da redução na jornada de trabalho.
Compuseram a mesa de autoridades: Haroldo Piccina, presidente do Conselho de Serviços da Fecomercio; Ivo Dall’Aqua Jr, presidente do Sincomércio; Airton Nogueira, presidente do Conselho do Comércio Varejista; Marcos Monti, presidente da APM; José Luis Rodrigues (Zé Louquinho), vice-presidente da APM; Herculano Passos Jr, prefeito de Itu e presidente da Aprecesp; e João Luis Soares da Cunha, prefeito de São José do Rio Pardo.
O objetivo da Fecomercio foi reforçar o pedido de apoio da APM na luta contra a aprovação dessa emenda. Os diretores da Fecomercio já estiveram na sede da APM, em dezembro, apresentando a discussão. “Precisamos dos senhores para mostrar que isso não vai gerar emprego. Não podemos viver de ilusão”, afirmou Haroldo.
O presidente da APM, Marcos Monti, disse que essa questão específica está passando despercebida, uma vez que os dirigentes municipais estão com outras preocupações. “Estive essa semana em Brasília e devo dizer que precisamos estar atentos porque a pressão das centrais sindicais está muito grande no Congresso Nacional”.
Conforme destacou Marcos Monti, para quem emprega, o impacto será muito grande, mas para quem é empregado – a grande massa da população brasileira – a notícia está sendo recebida como positiva. “O trabalhador pensa que vai trabalhar menos e ganhar mais com hora extra, mas não sabe que essa medida pode fazê-lo perder o emprego”. Ao final de sua explanação, Marcos Monti colocou-se à disposição da Fecomercio.
O vice-presidente da APM, Zé Louquinho, também fez o uso da palavra. “Vocês têm uma força que nem imaginam, mas precisam se mobilizar e fazer com que lá em Brasília o pessoal dê mais importância ao tema”.
