Palestra do Tribunal de Contas aborda as polêmicas que envolvem as contas municipais – 26/03/2010

No último dia de trabalhos do 54º Congresso Estadual de Municípios, na sexta-feira (26), o secretário-geral do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, Sergio Ciquera Rossi, esteve presente no Centro de Convenções, para falar sobre as questões polêmicas que envolvem as contas dos municípios paulistas.No último dia de trabalhos do 54º Congresso Estadual de Municípios, na sexta-feira (26), o secretário-geral do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, Sergio Ciquera Rossi, esteve presente no Centro de Convenções, para falar sobre as questões polêmicas que envolvem as contas dos municípios paulistas.

Sergio reforçou ideias lançadas durante o Congresso que criticam a distribuição da renda tributária do país. “O tribunal não tem culpa da situação dos municípios, mas o que faltam são recursos”, disse.

O secretário disse, ainda, que precisa haver um planejamento maior das contas nas prefeituras. “Uma licitação que é feita por um determinado município não pode ser usado para outro”, contou.

De acordo com Sergio, é preciso que cada cidade faça seu pregão conforme suas necessidades e suas expectativas, deixando, assim, de utilizar atas prontas vindas de outros locais com ambiente social diferente.

Sergio acrescentou uma ideia que deve ser pensada pelos prefeitos e suas respectivas câmaras municipais. “Você pode sim aceitar produtos importados, desde que você analise a qualidade. Muitas vezes a peça é mais barata, pois paga-se pouco ao funcionário, e não por má qualidade”, explicou.

Ainda neste painel, foram discutidas com os presentes questões polêmicas que deixam os munícipes em dúvida sobre como devem agir em cada situação. Os congressistas puderam acompanhar também dicas para agir corretamente no quesito contas municipais. “Somos parceiros, não queremos ‘caçar’ prefeitos. Só não aprovamos quando as atitudes e ações não estão dentro do orçamento”, finalizou.

Sergio reforçou ideias lançadas durante o Congresso que criticam a distribuição da renda tributária do país. “O tribunal não tem culpa da situação dos municípios, mas o que faltam são recursos”, disse.

O secretário disse, ainda, que precisa haver um planejamento maior das contas nas prefeituras. “Uma licitação que é feita por um determinado município não pode ser usado para outro”, contou.

De acordo com Sergio, é preciso que cada cidade faça seu pregão conforme suas necessidades e suas expectativas, deixando, assim, de utilizar atas prontas vindas de outros locais com ambiente social diferente.

Sergio acrescentou uma ideia que deve ser pensada pelos prefeitos e suas respectivas câmaras municipais. “Você pode sim aceitar produtos importados, desde que você analise a qualidade. Muitas vezes a peça é mais barata, pois paga-se pouco ao funcionário, e não por má qualidade”, explicou.

Ainda neste painel, foram discutidas com os presentes questões polêmicas que deixam os munícipes em dúvida sobre como devem agir em cada situação. Os congressistas puderam acompanhar também dicas para agir corretamente no quesito contas municipais. “Somos parceiros, não queremos ‘caçar’ prefeitos. Só não aprovamos quando as atitudes e ações não estão dentro do orçamento”, finalizou.